domingo, 30 de janeiro de 2011

do amor
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6 comentários:

Justine disse...

Do amor e da Arte. Do amor à Arte. Da Arte!
Belíssima composição:))
Abraços

Ovelha Branca ♫ disse...

Um amor assim... Nunca acaba. Não pode terminar.

O Árabe disse...

Tema essencial sempre. E, por falar, nele, mudei o link do vídeo. Me dê retorno se agora está OK,sim? Abraço, bom resto de semana.

Lizzie disse...

Senhor:

que casal encantador!

Parece-me a ave um fadista, espécie de Alfredo Marceneiro magrinho, a cantar à dama que por sua vez tem certo ar de Severa (para Amália tem pouca roupa), tal é a altivez e a concentarção no sentimento.

Se não tivesse titulado de "Amor" ainda podia pensar que era cena clássica de marido aos berros por via da utilização do cartão de crédito que a mulher faz para comprar livros de pintores doidos que pintam amarelos e cortam orelhas ou fazem salpicos ou têm a mania das mulheres nuas e outras poucas vergonhas ou dos que pintam Narcisos às escuras.

Mas fiquemos então pela serenata que é mais bonito!

Os meus mais sinceros cumprimentos!

MagyMay disse...

O amor assim bichanado de intimidades ao ouvido é que é bom...
... e depois trocam, não é?

augusto, um entre mil disse...

Olá, um abraço de paz pra seu coração.

“O verdadeiro amor ferve, mas não derrama. O amor a Deus, assim como é sincero e sem hipocrisia, é constante e sem apostasia”.

Thomas Watson