sábado, 11 de dezembro de 2010

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ponho à noite a escrita em dia
e não há quem me desminta
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escrevo tanto, tanto, tanto,
fica a caneta sem tinta.
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10 comentários:

Teresa Durães disse...

já não uso tinta, antes as teclas. Antes. Antes quando roia a ponta da caneta se as palavras não apareciam...

Anónimo disse...

a caneta a substituir um pénis e a imaginação sem rédeas...

excelente desenho.
abraço

O Árabe disse...

Interessante: sabe que escrevo alguns textos mais facilmente à tinta, do que nas teclas? :) Meu abraço, boa semana!

MagyMay disse...

A caneta é de tinta permanente... tem aparo!

Justine disse...

O poema com sabor popular,apetece cantar! Do desenho, de múltiplas e metafóricas leituras, apetece perguntar: para quando uma exposição?
Abraço

Alberto Oliveira disse...

... tens um e-mail sobre o próximo sábado 18.

O Árabe disse...

Feliz Natal, amigo. E boa semana! :)

Arábica disse...

As obras da noite de dia aparecem...:)

A menina do Natal anda a monte mas telefonou-me a pedir para te dar um beijinho. Não sei de mais nada. Ela diz que é coisa antiga.

Eu deixo um abraço e um sonho de abóbora.

Anónimo disse...

venho deixar votos de Boas Festas, em nome da bicharada do "pequeno jardim".

marradinhas amistosas... e uma fatia dourada (para acompanhar o sonho deixado pela arábica)

Justine disse...

BOM ANO para ti também, Augusto:))))